PRÁTICAS DE SEGURANÇA UTILIZADAS DURANTE O COMBATE AO INCÊNDIO FLORESTAL

UMA ANÁLISE COMPARATIVA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.56914/vigiles.v4i1a5

Palavras-chave:

incêndio florestal, combate, segurança, riscos

Resumo

O combate a incêndios florestais proporciona grandes riscos aos bombeiros militares. A adoção de práticas de segurança é elementar para eliminar ou mitigar esses riscos. Por outro lado, apesar de haver norma que trate sobre incêndios florestais no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), segurança é uma área nela pouco explorada. Há, contudo, manuais de corpos de bombeiros militares de outros estados brasileiros que se aprofundam nessa área. Nesse sentido, a tropa do Pelotão de Combate a Incêndios Florestais (PCIF) do CBMMG foi submetida a um questionário formulado com perguntas sobre práticas de segurança a partir desses manuais. Os   resultados foram analisados com objetivo de identificar alguma deficiência na observação de preceitos de segurança por parte do PCIF. Constatou-se que a tropa do PCIF observa importantes padrões de segurança, contudo outras práticas ainda carecem de maior atenção.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Matheus Deforme Zuliani, Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

    http://lattes.cnpq.br/5662248730705706

  • Guilherme Alcântara Gonçalves, Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

    http://lattes.cnpq.br/3115991408347267

Referências

ALVES, T. G. R.; MEDEIROS, F. D. S.; NÓBREGA, J. D. Bioma caatinga: conhecer para conservar. In: Universidade Estadual da Paraíba. IV Congresso Nacional de Educação – CONEDU. João Pessoa/PB, novembro, 2017.

SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Coletânea de Manuais Técnicos de Bombeiros: manual de combate a incêndios florestais. São Paulo: CBPMESP, 2006.

PARANÁ. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná. Manual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais. 3. ed. revisada e ampliada; Curitiba/PR, 2010.

GOIÁS. Corpo de Bombeiros Militar de Goiás. Manual Operacional de Bombeiros: Prevenção e combate a incêndios florestais. Goiânia: CBMGO, 2017.

MINAS GERAIS. Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Instrução Técnica

Operacional n. 11: prevenção e combate aos incêndios florestais. Belo Horizonte: CBMMG, 2007.

COSTA, S. A. P. A expansão das Cidade Brasileiras: Um processo sem fim. Paisagem Ambiental. Especial ENEPEA, n. 22, 2006. DOI: 10.11606/issn.2359-5361.v0i22p257-266.

DALMORO, M.; VIEIRA, K. M. Dilemas na construção de escalas tipo likert: o número de itens e a disposição influenciam nos resultados? Gestão Organizacional, v. 6, ed. esp., 2013.

DRUMMOND, G. M.; MARTINS, C. S.; MACHADO, A. B. M.; SEBAIO, F. A.; ANTONINI, Y. Biodiversidade em Minas Gerais. Fundação Biodiversitas. 2. ed., Belo Horizonte, 2005.

FALEIROS, F.; KÄPPLER, C.; PONTES, F. A. R.; SILVA, S. S. C.; GOES, F. S. N.; CUCICK, C. D. Uso de questionário online e divulgação virtual como estratégia de coleta de dados em estudos científicos. Texto Contexto Enferm [on-line], 2016. DOI: 10.1590/010407072016003880014.

GASQUES, J. G.; BACCHI, M. R. P.; BASTOS, E. T. Nota Técnica IV: Crescimento e Produtividade da Agricultura Brasileira de 1975 a 2016. Ipea. Carta de Conjuntura, n. 38, 1º trimestre, Brasília, 2018.

LOPES, L. C. S.; JARDIM, C. H. Variações de temperatura e umidade relativa do ar em área urbana e rural durante o segmento temporal de inverno de 2011 em Contagem e Betim (MG). ACTA Geográfica, Boa Vista, ed. esp., Climatologia Geográfica, 2012.

MANZATO, A. J.; SANTOS, A. B. A elaboração de questionários na pesquisa quantitativa. Departamento de Ciência de Computação e Estatística, IBILCE, UNESP, 2014.

MARTINS, S. D. R. Incêndios Florestais: Comportamento, Segurança e Extinção. 2010. Dissertação (Mestrado em Dinâmicas Sociais, Riscos Naturais e Tecnológicos) - Faculdade de Ciências e Tecnologia: Departamento de Engenharia Mecânica, Coimbra, 2010.

PAGE, W.; BUTLER, B. An empirically based approach to defining wildland firefighter safety and survival zone separation distances. CSIRO Publishing, International Journal of Wildland Fire, n. 26, 2017. DOI: 10.1071/WF16213.

PEREIRA, A. B. Mata atlântica: uma abordagem geográfica. Revista Nucleus, v. 6, n. 1, 2009. DOI: 10.3738/1982.2278.152.

PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do Trabalho Científico: Métodos e Técnicas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico. Feevale, 2. ed., Universidade Feevale, Novo Hamburgo, 2013.

REBOITA, M. S.; RODRIGUES, M.; SILVA, L. F.; ALVES, M. A. Aspectos climáticos do estado de Minas Gerais. Revista Brasileira de Climatologia, v. 17, n. 11, 2015. DOI: 10.5380/abclima.v17i0.41493.

RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. Editora Atlas, 3. ed., São Paulo, 2012.

SOARES, R. V.; BATISTA, A. C.; NUNES, J. R. S. Manual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais. 2. ed., Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2008.

VASCONCELOS, M. F. O que são campos rupestres e campos de altitude nos topos de montanha do Leste do Brasil? Brazilian Journal of Botany, v. 34, n. 2, 2011.

Downloads

Publicado

10-12-2021

Como Citar

ZULIANI, Matheus Deforme; GONÇALVES, Guilherme Alcântara. PRÁTICAS DE SEGURANÇA UTILIZADAS DURANTE O COMBATE AO INCÊNDIO FLORESTAL: UMA ANÁLISE COMPARATIVA. Vigiles, Belo Horizonte, Brasil, v. 4, n. 1, p. 81–99, 2021. DOI: 10.56914/vigiles.v4i1a5. Disponível em: https://vigiles.bombeiros.mg.gov.br/index.php/cbmmg/article/view/133. Acesso em: 3 abr. 2026.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

Artigos Semelhantes

21-30 de 40

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.